Salvem a Fauna

Nós nos preocupamos razoavelmente com o meio ambiente, o que inclui fauna e flora. Além disso, gostamos de animais (não morremos de amores por gatos, mas em termos gerais gostamos muito de bichos).

Com isso em mente, nós literalmente decidimos salvar a nossa fauna, ou pelo menos um representante dela… A história é a seguinte:

Ontem, pouco depois do almoço, estávamos andando de carro em uma das ruas principais da cidade, quando vimos um pequeno ser parado, estatelado no meio da rua. Antes que pudéssemos ver o que era, dois carro passaram por cima, mas o pequeno serzinho não foi atropelado. Chegando mais perto pudemos ver que era um passarinho, um bebê que provavelmente aprendendo a voar, caiu do ninho e foi parar no meio da rua. Cheia de valentia, pedi O Namorado que parasse o carro e lá fui eu dar uma de Shirra (as crianças de hoje nem devem saber o que é isso – estou ficando velha!). O Namorado desesperado me gritava do carro que eu ia ser atropelada, o passarinho me deu vários “olés” antes que eu pudesse pegá-lo (e olha que passarinho não anda direito), os carros se desviavam de mim… foi aí que eu dei graças a Deus que a humanidade não depende de uma Shirra como eu, senão estariam perdidos! Mas enfim, passarinho na mão – no bom sentido hein gente?!

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Ok, pegamos o bichinho que ainda não sabe voar e o salvamos de uma morte pavorosa. Mas e agora, o que fazer?! Como temos o Parque dos Pássaros na cidade, achamos que este seria um bom lar para o Moisés – sim, a esta altura do campeonato O Namorado já tinha dado um nome pra ele… E lá fomos nós três, em busca do paraíso perdido para o Moisés…

Foto na frente da futura casa do Moisés

Foto na frente da futura casa do Moisés

Realmente achávamos que estávamos fazendo a coisa certa, mas só achávamos. Ao conversar com um dos funcionários do parque, ele nos disse que estavam sem tratador e que um filhote nessa idade é altamente dependente da mãe, e que por isso provavelmente não sobreviveria se o deixássemos lá. Novamente, eu, com minha cabecinha nada pensante, ficou com pena do bichinho e resolveu levar o Moisés pra casa. E agora estamos aqui, desde ontem tratando do bichinho do jeito que podemos…

Comendo banana dada na boquinha, quer dizer, biquinho...

Comendo banana dada na boquinha, quer dizer, biquinho...

É claro que não vamos manter o bichinho em cárcerer privado. Somos totalmente contra passarinho em gaiola. Estamos querendo cuidar dele até que ela fique grande o suficiente pra se virar sozinho. Filhos precisam ganhar asas e voar do ninho algum dia, não é mesmo?! Até hoje o mativemos em um cercadinho improvisado, porque temos medo que ele caia daqui do segundo andar e morra. Mas estamos levando o Moisés pra conhecer a avó dele (minha mãe) que tem mais espaço em casa e poderá mantê-lo em uma área aberta onde ele poderá ir embora quando quiser (e tiver aprendido a voar).

Barraco do Moisés

Barraco do Moisés

Assim que o deixarmos em seu lar provisório, mostraremos como ele está e o progresso dele em “botar as asinhas de fora…”

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